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GRUPO TRIVIUMSoluções Financeiras

Método Trivium, da Souta

Nome limpo em 48 horas — contadas a partir do acordo pago.

Quem tira o nome da lista do Serasa é a própria empresa que cobrou, depois que ela recebe o acordo. O nosso trabalho é chegar num valor que caiba no mês — e, do começo ao fim, quem fala com essas empresas somos nós.

  • Você não liga para nenhuma das empresas que estão cobrando
  • Cada proposta chega por escrito, e nada é aceito sem o seu sim
  • Nesta página não pedimos CPF, documento nem senha
  1. A gente negocia com cada empresa que está cobrando, uma por uma, por procuração.
  2. Você aprova por escrito e o acordo é pago. O valor aparece antes.
  3. A empresa comunica a baixa em até 48 horas depois de receber.

O relógio só começa quando a empresa recebe o pagamento do acordo. Não no dia em que você preenche este formulário. Quem promete prazo sem falar em pagamento está enganando.

Comece por uma conversa

É gratuita, é sigilosa e não tem compromisso. Três campos — e nenhum deles é CPF.

Escreva seu nome.
Confira o número com o DDD.
Escolha a opção mais parecida com o seu caso.

Não precisa ser exato. Se não souber, marque “Não sei dizer” — é a resposta mais comum que a gente recebe.

É preciso autorizar o contato para continuar.

Não pedimos CPF, documento nem senha nesta etapa. A conversa é 1 a 1 e fica entre nós: a gente não publica seu caso e não vende seus dados.

A conversa é gratuita e nenhum valor é cobrado antes da assinatura do contrato.

Prefere falar você mesma? O WhatsApp é (11) 99269-1606. É sempre o mesmo número.

Quem já passou por isso

Os documentos, os áudios e as conversas

Neste setor, palavra não vale nada — e com razão. Então aqui não tem frase de efeito: tem o que dá para conferir.

Vaga 1 · vídeo de cliente
substituir pelo depoimento real

[Nome da cliente], [cidade] [uma linha do que ela resolveu — escrita a partir do vídeo, nunca inventada]

Vaga 2 · vídeo de cliente
substituir pelo depoimento real

[Nome da cliente], [cidade] [uma linha do que ela resolveu]

Vaga 3 · print de WhatsApp
com autorização por escrito e dados cobertos

Conversa real, com autorização [o que a conversa mostra]
Enquanto essas vagas não são preenchidas, o que está publicado é um caso só. É o único documentado até hoje, está mais abaixo nesta página, e é o único que a gente mostra. Dá para encher uma página dessas de número redondo — muita gente enche.

O caminho, escrito

Existe um protocolo. Tem nome, tem três etapas, e você confere uma por uma.

Vale dizer uma coisa com franqueza: todo golpe de internet tem um “método exclusivo”. Tem sigla, tem nome bonito, tem seta vermelha na tela. Então o nome não é o argumento. O argumento é para que ele serve: para você poder perguntar, em qualquer dia útil, em que etapa o seu caso está — e receber a resposta por escrito, com data.

Triângulo com três vértices: 1 Diagnóstico na base à esquerda, 2 Negociação no topo e 3 Quitação na base à direita. No centro, a sigla PTQ.
  1. 1

    Diagnóstico

    A gente levanta todas as empresas que estão cobrando naquele nome, inclusive as que já ninguém lembrava.

    Você recebe o Mapa da Dívida: cada empresa numa linha, o valor de lá atrás de um lado, o valor cobrado hoje do outro.

  2. 2

    Negociação

    A gente trata empresa por empresa, por procuração, e testa mais de um caminho em cada uma antes de te mostrar qualquer coisa.

    Você recebe cada proposta por escrito, com valor e prazo, e responde sim ou não.

  3. 3

    Quitação

    O que você aprovou vira um calendário único: um valor por mês, montado em cima do que sobra.

    Depois que o acordo é pago, começa a correr o prazo de até 48 horas para a baixa.

Etapa 01 Mapa da Dívida

Todas as empresas que estão cobrando, numa tela só, com o valor de lá atrás ao lado do valor cobrado hoje.

Entregue em dias
Etapa 02 Propostas por escrito

Empresa por empresa, com valor e prazo. Você lê, pensa e aprova. Nada é aceito sem o seu sim.

Você decide, sem prazo de pressão
Etapa 03 Calendário único

O que você aprovou vira um valor por mês, no lugar de vários boletos em datas diferentes.

O acordo é pago
Etapa 04 A baixa

A empresa que recebeu comunica a baixa ao órgão em que registrou a cobrança. É esse o passo que tira o nome da lista.

Até 48 horas depois do acordo pago

Repare na ordem: a etapa 4 vem depois da 3. Não existe atalho, e a gente não vende atalho. Agora, como a gente conduz essa negociação — em que ordem, com o que na mão e testando o quê em cada empresa — isso a gente explica na conversa, com o seu caso na tela. Sem as suas empresas na frente, essa explicação vira conversa fiada.

A cena que mais se repete aqui

Ligar, esperar, digitar o documento, ser transferida — e ouvir o mesmo valor

A pessoa liga no 0800. Fica na espera. Digita o número do documento. É transferida. Repete tudo outra vez para outro atendente. A ligação cai. Liga de novo no dia seguinte.

E ouve o mesmo valor.

Isso não é falta de jeito. Não é desorganização. E não é falta de palavra.

Do outro lado da linha existe um roteiro, e ele é o mesmo para todo mundo que liga sozinho, uma vez, de casa. Esse roteiro costuma abrir com um valor de partida. Na maior parte dos casos ele não é o valor final que aquela empresa aceita — mas até onde cada uma desce depende da empresa, do tipo e da idade da cobrança.

Quem trata com aquela mesma empresa toda semana já sabe o que costuma ser aceito e o que não é. E pede tudo por escrito.

Não é conhecido lá dentro. Não é jeitinho e não é brecha — isso não existe, e quem promete isso é golpe. É repetição e rotina.

E tem a parte da conta que quase ninguém explica

A conta que chega quase nunca é a conta que foi feita. O valor tomado é um; o valor cobrado anos depois é outro, muito maior. A diferença entre os dois é tudo o que se acumulou de encargos por cima, mês após mês.

E quase nunca são duas empresas

No caso documentado mais abaixo nesta página eram seis: dentista, banco, telefonia, financeira, clínica e um protesto em cartório.

Ninguém negocia bem uma conta que ninguém nunca somou.

A mesma empresa, duas conversas

Negociar sozinha × negociar com o Trivium

As mesmas empresas, o mesmo valor cobrado. Duas conversas completamente diferentes.

Negociando sozinha

  • Ligar para cada empresa, uma por vez, do próprio telefone
  • Ser atendida pelo roteiro de quem quer receber
  • Negociar só as empresas de que se lembra
  • Não ter com o que comparar o valor oferecido
  • Proposta falada, na hora, com “só vale hoje”
  • Repetir o valor em voz alta para um estranho, de novo e de novo
  • Se a ligação cai, começa do zero: outro atendente, outro valor
  • Sobram vários boletos, cada um numa data diferente
  • Sobra um número anotado no papel e a dúvida se era o melhor que dava

Com o Trivium

  • A gente liga. Por procuração, no seu lugar. Você não fala com nenhuma delas
  • Do outro lado fala quem trata com aquela mesma empresa toda semana
  • A gente levanta todas as empresas que estão cobrando naquele nome, inclusive as que já ninguém lembrava
  • Você vê o valor de lá atrás e o valor cobrado hoje lado a lado, empresa por empresa
  • A proposta chega por escrito. Você lê, pensa, e aprova. Nada é aceito sem o seu ok
  • Você conta uma vez. Depois disso, quem conta somos nós
  • A mesma pessoa do começo ao fim, com nome e rosto, num número só
  • Sobra um calendário só. Um valor por mês
  • Fica a Planilha Clareza: cada empresa, cada valor, cada data, por escrito
Negociar sozinha parece de graça. Não é.

O preço de negociar sozinha costuma ser aceitar o primeiro valor. E o primeiro valor é o valor deles.

Prova

Um caso real, com os documentos guardados

É um caso só. É o único que a gente tem documentado até hoje — e por isso é o único que a gente mostra.

Seis empresas estavam cobrando: dentista, banco, telefonia, financeira, clínica e um protesto em cartório.

R$ 8.470cobrados no total
R$ 1.516pagos em 6 meses
82%a menos
6 diasaté as propostas

Contratou no dia 17 de julho. No dia 23 recebeu a Planilha Clareza com as propostas das seis empresas, por escrito. Seis dias entre a contratação e a entrega das propostas. O pagamento dos acordos foi distribuído ao longo de seis meses, num calendário só, com um valor por mês.

Caso real e documentado. Não é o resultado esperado para todos os clientes

— o desconto depende de cada empresa que está cobrando, do tipo da conta e de há quanto tempo ela existe. A gente não promete percentual nenhum: a gente mostra, por escrito, o que cada empresa respondeu no seu caso — inclusive quando a resposta é que não há desconto — antes de você decidir qualquer coisa.

Por que a gente mostra um caso só?

Porque é o único que a gente pode mostrar com os documentos na mão hoje. A planilha desse caso existe, empresa por empresa. Na conversa a gente abre ela na tela, com os dados da cliente cobertos.

Anti-golpe

O que a gente nunca vai te pedir

Desconfiar aqui não é exagero, é bom senso. Guarde esta lista e use ela para conferir qualquer empresa deste ramo — inclusive esta.

O que a gente vai precisar, e só depois do contrato lido: CPF, um documento com foto e um comprovante de endereço. Se alguma empresa credora pedir algum documento a mais, a gente te avisa antes e explica para quê.

O que a gente nunca vai prometer

Cinco sinais de que a conversa é golpe

Vale para qualquer empresa. Inclusive para esta.

  1. Pede dinheiro antes de mostrar contrato.
  2. Pede PIX para uma pessoa física, e não para um CNPJ.
  3. Muda de número de WhatsApp toda semana.
  4. Diz que resolve sem nenhum pagamento envolvido.
  5. Não diz o preço. Fala em “depende”, “a gente vê depois”, “me chama no particular”.

Se a gente fizer qualquer uma dessas cinco, não feche. É esse o critério que a gente está te entregando — e é por ele que a gente aceita ser medida.

E se alguém ligar dizendo que é do Grupo Trivium e pedir qualquer coisa da primeira lista, não somos nós. Desligue e chame o nosso número, que é sempre o mesmo, com DDD 11.

Para conferir com alguém

Mostre esta página para seu filho ou sua filha antes de decidir

A gente escreveu pensando neles também.

Se você é filho ou filha e chegou aqui porque sua mãe mandou o link: obrigado por conferir. É exatamente isso que a gente pede que se faça. Aqui está a lista, já reunida, na ordem.

  1. Razão social e CNPJ. Estão no rodapé desta página. Consulte na Receita Federal e compare com o CNPJ do contrato e com o da conta que recebe o pagamento — os três precisam ser o mesmo.
  2. Endereço físico. Com rua, número, bairro, cidade e CEP, no rodapé. Procure no mapa.
  3. Contrato. É enviado para leitura antes de qualquer pagamento. Peça, leia inteiro, e preste atenção na parte que diz o que a empresa faz e o que ela não faz.
  4. Procuração. Os poderes são limitados a negociar cobranças que já existem. Ela não permite contratar empréstimo, cartão ou qualquer crédito, não permite mexer na conta e não permite vender nem dar em garantia nenhum bem. E ela cancela quando quiser.
  5. Pagamento. Só para conta no CNPJ da empresa. Se aparecer PIX para chave de pessoa física em qualquer momento, pare tudo.
  6. Dados. Ninguém pede senha de banco, senha do gov.br nem código de acesso, em nenhuma etapa.
  7. O preço. R$ 397, valor fechado em contrato, pago ao CNPJ. O acordo com cada empresa é pago à parte, direto a ela, e só depois da aprovação por escrito.
  8. A promessa. O prazo de até 48 horas é contado a partir do acordo pago, e quem faz a baixa é a empresa credora.
  9. Os números. O único resultado publicado nesta página vem de um caso documentado, com a ressalva de que não é o esperado para todos os clientes.

Se algum desses itens não bater, oriente a não seguir — com a gente ou com quem for.

A gente prefere que tenha uma segunda pessoa ouvindo. Convide — câmera aberta, sem problema nenhum — e leve a lista acima junto, porque é ela que decide, não a nossa conversa.

O documento que mais assusta

A procuração: o que ela permite e o que ela não permite

É o documento que faz você não precisar ligar para ninguém. E é o que mais assusta. Então vamos por partes.

O que ela permite

  • Falar com as empresas que já estão cobrando, no seu lugar
  • Pedir valores e condições de acordo
  • Levar cada proposta até você, por escrito, com valor e prazo
  • Combinar a forma de pagamento que você aprovou
  • Pedir o comprovante da quitação depois do acordo pago

O que ela NÃO permite

  • Contratar empréstimo, cartão ou qualquer crédito em seu nome
  • Movimentar conta bancária, sacar ou transferir
  • Aceitar acordo sem o seu sim por escrito
  • Vender, dar em garantia ou mexer em qualquer bem seu
  • Descontar ou reter qualquer valor de qualquer conta ou renda sua

Vence sozinha

Ela tem prazo de validade curto, escrito nela mesma.

Você cancela quando quiser

Sem precisar da nossa autorização. O passo a passo do cancelamento vai junto com o contrato, escrito, sem você ter que pedir.

Lida em voz alta

É um documento comum, do mesmo tipo que se usa para autorizar alguém a tratar de um assunto no seu lugar. A diferença é que alguém lê ele com você, na tela, antes da assinatura.

Preço

Quanto custa, o que está incluído e quando você paga

O número inteiro, agora. Não na letra miúda, não “na conversa”.

R$ 397uma vez · valor fechado em contrato

Sem mensalidade. Sem taxa que aparece depois. E sem percentual sobre o valor da dívida — o preço é o mesmo, seja uma cobrança de R$ 3 mil ou de R$ 30 mil.

A parte que precisa ser lida duas vezes:

Os R$ 397 são o nosso trabalho de negociar com as empresas que estão cobrando. O acordo de cada empresa é pago à parte, direto a ela, e só depois de você ver o valor e aprovar por escrito. Os R$ 397 não pagam o acordo — o que eles pagam é alguém sentar do seu lado da mesa e brigar pelo número.

Quando você paga

Depois da conversa, depois de ver na tela as empresas do seu caso, e depois de ler o contrato. Nada antes disso.

Para quem você paga

Para o CNPJ da empresa, que está no rodapé. Nunca para chave PIX de pessoa física.

Se não sair proposta com desconto, o dinheiro volta

Você recebe o Mapa da Dívida com uma proposta escrita para cada empresa com quem for possível negociar, no prazo que está escrito no contrato.

Se nesse prazo não houver pelo menos uma proposta com desconto sobre o valor que está sendo cobrado hoje, os R$ 397 voltam integralmente, por transferência da conta do CNPJ. E o Mapa da Dívida fica seu, para usar como quiser, com a gente ou sem a gente.

Nos primeiros 7 dias você pode desistir e receber o valor de volta. É um direito seu, não um favor nosso, e não depende de explicar o motivo.

O que essa devolução não cobre: ela cobre o nosso trabalho, os R$ 397. O valor do acordo é pago direto à empresa que cobra. E quem faz a baixa é ela, não a gente — por isso o prazo é de até 48 horas contadas a partir do acordo pago.

Uma franqueza para fechar:

isso só faz sentido para quem tiver como pagar o acordo negociado. Quando sai desconto, ele reduz o valor a pagar — mas nenhuma negociação cria dinheiro. Se não fizer sentido pra você, quem te atender diz isso na hora, de graça, em vez de vender um contrato. Aqui ninguém é empurrado para dentro.

Perguntas

O que as pessoas perguntam antes de decidir

Como eu sei que isso não é golpe?

Você não sabe pela nossa palavra — sabe conferindo. Razão social, CNPJ e endereço estão no rodapé desta página, para consulta na Receita Federal. O contrato é enviado para leitura antes de qualquer pagamento. O pagamento é sempre para o CNPJ, nunca para pessoa física. E nesta página a gente pede o seu nome, o seu WhatsApp e mais ou menos quanto precisa ser quitado — nada além disso. Use a lista de cinco sinais que está mais acima, e aplique ela em nós também.

O que exatamente essa procuração permite? E se eu me arrepender?

Ela permite falar com as empresas que já estão cobrando, pedir valores e levar as propostas até você. Ela não permite contratar crédito, mexer na sua conta, vender bem nenhum, nem aceitar acordo sem o seu sim por escrito. Ela tem prazo curto e vence sozinha. E você cancela quando quiser, sem precisar da nossa autorização — o passo a passo do cancelamento vai junto com o contrato.

Por que 48 horas depois do acordo pago, e não 24?

Porque quem tira o nome da lista não somos nós: é a própria empresa que cobrou, depois que ela recebe. Ela comunica a baixa ao órgão onde registrou a cobrança, e esse caminho leva um tempo. A gente prefere dizer 48 horas e cumprir do que prometer 24 e inventar desculpa. Quem te promete prazo sem falar em pagamento está enganando.

Vocês tiram meu nome do Serasa?

Não diretamente, e essa distinção importa. A gente negocia com cada empresa que está cobrando até chegar num valor que caiba no seu mês. Depois que esse acordo é pago, é a própria empresa que comunica a baixa. A gente acompanha e pede o comprovante.

Já tentei negociar sozinha e não consegui. Por que com vocês seria diferente?

Porque quem liga uma vez, de casa, é atendido pelo roteiro. Quem trata com aquela mesma empresa toda semana já sabe o que costuma ser aceito e o que não é, e pede tudo por escrito. Não é conhecido lá dentro e não é jeitinho — isso não existe. É repetição e rotina.

Os R$ 397 quitam a dívida?

Não. Os R$ 397 são o nosso trabalho de negociar. O acordo de cada empresa é pago à parte, direto a ela, e só depois de você ver o valor e aprovar por escrito. Nenhum honorário de assessoria paga acordo — e quem disser que paga está enganando.

E se não sair desconto nenhum?

Se no prazo escrito no contrato não houver pelo menos uma proposta com desconto sobre o valor cobrado hoje, os R$ 397 voltam integralmente, por transferência da conta do CNPJ. E o Mapa da Dívida fica seu.

Vocês vão pedir meu CPF? E a senha do gov.br?

Senha, nunca — nem de banco, nem do gov.br, nem código que chega por SMS. CPF, documento com foto e comprovante de endereço só depois do contrato lido, porque sem isso não existe procuração. Nesta página aqui a gente não pede nenhum deles.

Eu não sei quanto eu devo, nem para quantos lugares. Posso mesmo assim?

Pode, e essa é a resposta mais comum que a gente recebe. Marque “Não sei dizer — quero descobrir”. Não saber não é falha de ninguém: os valores mudam todo mês, as empresas mudam de nome e uma conta vira três sem ninguém avisar. Descobrir o tamanho é justamente a primeira etapa do serviço.

A dívida não é minha. É do meu filho (ou do meu marido), mas está no meu nome.

Acontece bastante. Se a cobrança está registrada no seu nome, é com o seu nome que ela se resolve — e é do seu nome que ela sai. A conversa é a mesma, e quem decide o que fazer com cada uma delas é você.

Minha filha acha que é golpe. Posso mostrar para ela?

Pode e a gente prefere. Tem uma seção nesta página escrita para ela, com a lista do que conferir. Ela também pode entrar na conversa junto, com câmera aberta. Leve a lista — é ela que decide, não a nossa conversa.

Vocês são advogados? E eu preciso ir até aí?

Não somos escritório de advocacia, não somos instituição financeira e não concedemos crédito. Somos uma assessoria de negociação de dívidas, e negociamos com as empresas credoras mediante procuração assinada por você. E não precisa ir a lugar nenhum: é tudo por telefone, vídeo e WhatsApp.

Comece pelo número. Decidir vem depois.

Antes de decidir qualquer coisa, é preciso ter o número na mão: quanto, para quem, e quanto disso foi somado por cima.

São três campos — seu nome, seu WhatsApp, e mais ou menos quanto precisa ser quitado. A faixa é aproximada, para ninguém precisar digitar valor nenhum.

Não pedimos CPF, documento nem senha nesta etapa.

Depois disso, uma pessoa da nossa equipe, com nome e rosto, liga de um número com DDD 11.

Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 21h

Se você preencher dentro dessa janela, o telefone pode tocar hoje. Fora dela, no próximo dia útil. E se preferir falar você mesma, o WhatsApp é (11) 99269-1606 — é sempre o mesmo número.

Essa conversa é gratuita e sem compromisso. Ninguém pede dinheiro, documento nem senha nela. E se no fim não fizer sentido, a gente diz na hora e encerra, sem insistir.

Desta vez, quem liga somos nós.

Comece por uma conversa

É gratuita, é sigilosa e não tem compromisso.

Escreva seu nome.
Confira o número com o DDD.
Escolha a opção mais parecida com o seu caso.
É preciso autorizar o contato para continuar.

Nenhum valor é cobrado antes da assinatura do contrato.