Método Trivium, da Souta
Quem tira o nome da lista do Serasa é a própria empresa que cobrou, depois que ela recebe o acordo. O nosso trabalho é chegar num valor que caiba no mês — e, do começo ao fim, quem fala com essas empresas somos nós.
O relógio só começa quando a empresa recebe o pagamento do acordo. Não no dia em que você preenche este formulário. Quem promete prazo sem falar em pagamento está enganando.
É gratuita, é sigilosa e não tem compromisso. Três campos — e nenhum deles é CPF.
Quem já passou por isso
Neste setor, palavra não vale nada — e com razão. Então aqui não tem frase de efeito: tem o que dá para conferir.
Vaga 1 · vídeo de cliente
substituir pelo depoimento real
Vaga 2 · vídeo de cliente
substituir pelo depoimento real
Vaga 3 · print de WhatsApp
com autorização por escrito e dados cobertos
O caminho, escrito
Vale dizer uma coisa com franqueza: todo golpe de internet tem um “método exclusivo”. Tem sigla, tem nome bonito, tem seta vermelha na tela. Então o nome não é o argumento. O argumento é para que ele serve: para você poder perguntar, em qualquer dia útil, em que etapa o seu caso está — e receber a resposta por escrito, com data.
A gente levanta todas as empresas que estão cobrando naquele nome, inclusive as que já ninguém lembrava.
Você recebe o Mapa da Dívida: cada empresa numa linha, o valor de lá atrás de um lado, o valor cobrado hoje do outro.
A gente trata empresa por empresa, por procuração, e testa mais de um caminho em cada uma antes de te mostrar qualquer coisa.
Você recebe cada proposta por escrito, com valor e prazo, e responde sim ou não.
O que você aprovou vira um calendário único: um valor por mês, montado em cima do que sobra.
Depois que o acordo é pago, começa a correr o prazo de até 48 horas para a baixa.
Todas as empresas que estão cobrando, numa tela só, com o valor de lá atrás ao lado do valor cobrado hoje.
Entregue em diasEmpresa por empresa, com valor e prazo. Você lê, pensa e aprova. Nada é aceito sem o seu sim.
Você decide, sem prazo de pressãoO que você aprovou vira um valor por mês, no lugar de vários boletos em datas diferentes.
O acordo é pagoA empresa que recebeu comunica a baixa ao órgão em que registrou a cobrança. É esse o passo que tira o nome da lista.
Até 48 horas depois do acordo pagoRepare na ordem: a etapa 4 vem depois da 3. Não existe atalho, e a gente não vende atalho. Agora, como a gente conduz essa negociação — em que ordem, com o que na mão e testando o quê em cada empresa — isso a gente explica na conversa, com o seu caso na tela. Sem as suas empresas na frente, essa explicação vira conversa fiada.
A cena que mais se repete aqui
A pessoa liga no 0800. Fica na espera. Digita o número do documento. É transferida. Repete tudo outra vez para outro atendente. A ligação cai. Liga de novo no dia seguinte.
E ouve o mesmo valor.
Do outro lado da linha existe um roteiro, e ele é o mesmo para todo mundo que liga sozinho, uma vez, de casa. Esse roteiro costuma abrir com um valor de partida. Na maior parte dos casos ele não é o valor final que aquela empresa aceita — mas até onde cada uma desce depende da empresa, do tipo e da idade da cobrança.
Quem trata com aquela mesma empresa toda semana já sabe o que costuma ser aceito e o que não é. E pede tudo por escrito.
Não é conhecido lá dentro. Não é jeitinho e não é brecha — isso não existe, e quem promete isso é golpe. É repetição e rotina.
A conta que chega quase nunca é a conta que foi feita. O valor tomado é um; o valor cobrado anos depois é outro, muito maior. A diferença entre os dois é tudo o que se acumulou de encargos por cima, mês após mês.
No caso documentado mais abaixo nesta página eram seis: dentista, banco, telefonia, financeira, clínica e um protesto em cartório.
Ninguém negocia bem uma conta que ninguém nunca somou.
A mesma empresa, duas conversas
As mesmas empresas, o mesmo valor cobrado. Duas conversas completamente diferentes.
O preço de negociar sozinha costuma ser aceitar o primeiro valor. E o primeiro valor é o valor deles.
Prova
É um caso só. É o único que a gente tem documentado até hoje — e por isso é o único que a gente mostra.
Seis empresas estavam cobrando: dentista, banco, telefonia, financeira, clínica e um protesto em cartório.
Contratou no dia 17 de julho. No dia 23 recebeu a Planilha Clareza com as propostas das seis empresas, por escrito. Seis dias entre a contratação e a entrega das propostas. O pagamento dos acordos foi distribuído ao longo de seis meses, num calendário só, com um valor por mês.
— o desconto depende de cada empresa que está cobrando, do tipo da conta e de há quanto tempo ela existe. A gente não promete percentual nenhum: a gente mostra, por escrito, o que cada empresa respondeu no seu caso — inclusive quando a resposta é que não há desconto — antes de você decidir qualquer coisa.
Porque é o único que a gente pode mostrar com os documentos na mão hoje. A planilha desse caso existe, empresa por empresa. Na conversa a gente abre ela na tela, com os dados da cliente cobertos.
Anti-golpe
Desconfiar aqui não é exagero, é bom senso. Guarde esta lista e use ela para conferir qualquer empresa deste ramo — inclusive esta.
O que a gente vai precisar, e só depois do contrato lido: CPF, um documento com foto e um comprovante de endereço. Se alguma empresa credora pedir algum documento a mais, a gente te avisa antes e explica para quê.
Vale para qualquer empresa. Inclusive para esta.
Se a gente fizer qualquer uma dessas cinco, não feche. É esse o critério que a gente está te entregando — e é por ele que a gente aceita ser medida.
E se alguém ligar dizendo que é do Grupo Trivium e pedir qualquer coisa da primeira lista, não somos nós. Desligue e chame o nosso número, que é sempre o mesmo, com DDD 11.
Para conferir com alguém
A gente escreveu pensando neles também.
Se você é filho ou filha e chegou aqui porque sua mãe mandou o link: obrigado por conferir. É exatamente isso que a gente pede que se faça. Aqui está a lista, já reunida, na ordem.
Se algum desses itens não bater, oriente a não seguir — com a gente ou com quem for.
A gente prefere que tenha uma segunda pessoa ouvindo. Convide — câmera aberta, sem problema nenhum — e leve a lista acima junto, porque é ela que decide, não a nossa conversa.
O documento que mais assusta
É o documento que faz você não precisar ligar para ninguém. E é o que mais assusta. Então vamos por partes.
Ela tem prazo de validade curto, escrito nela mesma.
Sem precisar da nossa autorização. O passo a passo do cancelamento vai junto com o contrato, escrito, sem você ter que pedir.
É um documento comum, do mesmo tipo que se usa para autorizar alguém a tratar de um assunto no seu lugar. A diferença é que alguém lê ele com você, na tela, antes da assinatura.
Preço
O número inteiro, agora. Não na letra miúda, não “na conversa”.
R$ 397uma vez · valor fechado em contrato
Sem mensalidade. Sem taxa que aparece depois. E sem percentual sobre o valor da dívida — o preço é o mesmo, seja uma cobrança de R$ 3 mil ou de R$ 30 mil.
Os R$ 397 são o nosso trabalho de negociar com as empresas que estão cobrando. O acordo de cada empresa é pago à parte, direto a ela, e só depois de você ver o valor e aprovar por escrito. Os R$ 397 não pagam o acordo — o que eles pagam é alguém sentar do seu lado da mesa e brigar pelo número.
Depois da conversa, depois de ver na tela as empresas do seu caso, e depois de ler o contrato. Nada antes disso.
Para o CNPJ da empresa, que está no rodapé. Nunca para chave PIX de pessoa física.
Você recebe o Mapa da Dívida com uma proposta escrita para cada empresa com quem for possível negociar, no prazo que está escrito no contrato.
Se nesse prazo não houver pelo menos uma proposta com desconto sobre o valor que está sendo cobrado hoje, os R$ 397 voltam integralmente, por transferência da conta do CNPJ. E o Mapa da Dívida fica seu, para usar como quiser, com a gente ou sem a gente.
Nos primeiros 7 dias você pode desistir e receber o valor de volta. É um direito seu, não um favor nosso, e não depende de explicar o motivo.
O que essa devolução não cobre: ela cobre o nosso trabalho, os R$ 397. O valor do acordo é pago direto à empresa que cobra. E quem faz a baixa é ela, não a gente — por isso o prazo é de até 48 horas contadas a partir do acordo pago.
isso só faz sentido para quem tiver como pagar o acordo negociado. Quando sai desconto, ele reduz o valor a pagar — mas nenhuma negociação cria dinheiro. Se não fizer sentido pra você, quem te atender diz isso na hora, de graça, em vez de vender um contrato. Aqui ninguém é empurrado para dentro.
Perguntas
Você não sabe pela nossa palavra — sabe conferindo. Razão social, CNPJ e endereço estão no rodapé desta página, para consulta na Receita Federal. O contrato é enviado para leitura antes de qualquer pagamento. O pagamento é sempre para o CNPJ, nunca para pessoa física. E nesta página a gente pede o seu nome, o seu WhatsApp e mais ou menos quanto precisa ser quitado — nada além disso. Use a lista de cinco sinais que está mais acima, e aplique ela em nós também.
Ela permite falar com as empresas que já estão cobrando, pedir valores e levar as propostas até você. Ela não permite contratar crédito, mexer na sua conta, vender bem nenhum, nem aceitar acordo sem o seu sim por escrito. Ela tem prazo curto e vence sozinha. E você cancela quando quiser, sem precisar da nossa autorização — o passo a passo do cancelamento vai junto com o contrato.
Porque quem tira o nome da lista não somos nós: é a própria empresa que cobrou, depois que ela recebe. Ela comunica a baixa ao órgão onde registrou a cobrança, e esse caminho leva um tempo. A gente prefere dizer 48 horas e cumprir do que prometer 24 e inventar desculpa. Quem te promete prazo sem falar em pagamento está enganando.
Não diretamente, e essa distinção importa. A gente negocia com cada empresa que está cobrando até chegar num valor que caiba no seu mês. Depois que esse acordo é pago, é a própria empresa que comunica a baixa. A gente acompanha e pede o comprovante.
Porque quem liga uma vez, de casa, é atendido pelo roteiro. Quem trata com aquela mesma empresa toda semana já sabe o que costuma ser aceito e o que não é, e pede tudo por escrito. Não é conhecido lá dentro e não é jeitinho — isso não existe. É repetição e rotina.
Não. Os R$ 397 são o nosso trabalho de negociar. O acordo de cada empresa é pago à parte, direto a ela, e só depois de você ver o valor e aprovar por escrito. Nenhum honorário de assessoria paga acordo — e quem disser que paga está enganando.
Se no prazo escrito no contrato não houver pelo menos uma proposta com desconto sobre o valor cobrado hoje, os R$ 397 voltam integralmente, por transferência da conta do CNPJ. E o Mapa da Dívida fica seu.
Senha, nunca — nem de banco, nem do gov.br, nem código que chega por SMS. CPF, documento com foto e comprovante de endereço só depois do contrato lido, porque sem isso não existe procuração. Nesta página aqui a gente não pede nenhum deles.
Pode, e essa é a resposta mais comum que a gente recebe. Marque “Não sei dizer — quero descobrir”. Não saber não é falha de ninguém: os valores mudam todo mês, as empresas mudam de nome e uma conta vira três sem ninguém avisar. Descobrir o tamanho é justamente a primeira etapa do serviço.
Acontece bastante. Se a cobrança está registrada no seu nome, é com o seu nome que ela se resolve — e é do seu nome que ela sai. A conversa é a mesma, e quem decide o que fazer com cada uma delas é você.
Pode e a gente prefere. Tem uma seção nesta página escrita para ela, com a lista do que conferir. Ela também pode entrar na conversa junto, com câmera aberta. Leve a lista — é ela que decide, não a nossa conversa.
Não somos escritório de advocacia, não somos instituição financeira e não concedemos crédito. Somos uma assessoria de negociação de dívidas, e negociamos com as empresas credoras mediante procuração assinada por você. E não precisa ir a lugar nenhum: é tudo por telefone, vídeo e WhatsApp.
Antes de decidir qualquer coisa, é preciso ter o número na mão: quanto, para quem, e quanto disso foi somado por cima.
São três campos — seu nome, seu WhatsApp, e mais ou menos quanto precisa ser quitado. A faixa é aproximada, para ninguém precisar digitar valor nenhum.
Não pedimos CPF, documento nem senha nesta etapa.
Depois disso, uma pessoa da nossa equipe, com nome e rosto, liga de um número com DDD 11.
Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 21h
Se você preencher dentro dessa janela, o telefone pode tocar hoje. Fora dela, no próximo dia útil. E se preferir falar você mesma, o WhatsApp é (11) 99269-1606 — é sempre o mesmo número.
Essa conversa é gratuita e sem compromisso. Ninguém pede dinheiro, documento nem senha nela. E se no fim não fizer sentido, a gente diz na hora e encerra, sem insistir.
Desta vez, quem liga somos nós.
É gratuita, é sigilosa e não tem compromisso.